Ato de 30 anos da CUT nesta quarta no ABC paulista terá presença de Lula

Ex-presidente é um dos fundadores da central e estará em solenidade à noite, no Pavilhão Vera Cruz, que terá ainda jornada cultural e seminário internacional

Central se organiza para o Dia Nacional de Lutas, na sexta (30), em defesa da pauta da classe trabalhadora
Central se organiza para o Dia Nacional de Lutas, na sexta (30), em defesa da pauta da classe trabalhadora

São Paulo – A Central Única dos Trabalhadores (CUT) celebra nesta quarta-feira (28) seus 30 anos de fundação com ato político, jornada cultural e seminário internacional. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da solenidade política marcada para as 19h, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, mesmo local onde foi realizado o congresso de fundação da central, em 28 de agosto de 1983.

O Vera Cruz abrigará também uma jornada cultural com shows, saraus, exposições de ilustrações, e um espaço destinado a expor diversas experiências pela Agência de Desenvolvimento Solidário, inclusive oficina de alimentos e degustação promovida por cooperativas de produtores.

A programação prevê também um seminário internacional com o tema O Movimento Sindical e os Desafios Globais, que será realizado no hotel Palm Leaf, próximo ao pavilhão.

A CUT é uma das cinco maiores centrais sindicais do mundo e a maior do país. Tem 3.806 mil entidades filiadas, que representam cerca de 24 milhões de trabalhadores.

Confira a programação completa aqui

O presidente da CUT, Vagner Freitas, disse em entrevista publicada no portal da central que a CUT representa até hoje a possibilidade concreta de melhoria da vida dos trabalhadores em muitos aspectos. “A classe trabalhadora foi colocada no cenário político do país como protagonista. Em cada canto do Brasil, tem um sindicato cutista lutando. A CUT são todos os seus mais de três mil sindicatos filiados, uma estrutura que vem fundamentalmente da organização no local de trabalho, nas fábricas, bancos, escolas, hospitais. Somos uma central de base e de massa”.

A central, como diz Freitas, tem como maior desafio estar à frente do seu tempo. “Para isso, temos de nos especializar, formular e estudar mais o que significa e representa o mercado de trabalho brasileiro. Não tenho dúvida de que hoje no Brasil, na luta de classes, o trabalhador está muito mais fortalecido para enfrentar o patrão do que há 10 anos porque temos instituições de representação dos trabalhadores muito mais sólidas para fazer isso”, disse Freitas.

Com informações do portal da CUT

Fonte: CUT.

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