Governo Aécio não diz quanto gastou em rádio do Aécio

O que a irmãzinha não faria se controlasse a SECOM?
O que a irmãzinha não faria se controlasse a SECOM?

Empresas da família do Aecioporto receberam da irmã para veicular publicidade.

É o que diz a Fel-lha, nesta terça-feira (14/10), na página 5 do caderno sobre Eleições.
O Governo de Minas Gerais se recusou várias vezes nos últimos anos a divulgar informações sobre despesas que realizou para veicular publicidade oficial em três rádios e um jornal controlados pela família do Aecioporto do Titio.
Quando irmão era governador, Andrea Neves, a irmã mais velha, coordenava um grupo de assessoramento do governo que tinha como atribuições “estabelecer diretrizes para a política de comunicação e manifestar-se previamente sobre a relação de despesas com publicidade”.
Aqui se sabe o que ela fazia com quem divulgava notícias de que ela não gostava…
Agora, amigo navegante, imagine o que a irmãzinha não faria se controlasse a SECOM, a Polícia Federal e a Receita?
Em tempo: a denúncia é do repórter Lucas Ferraz, o mesmo que detonou o aeroporto cuja chave só o Titio tem. Depois da saída da Laura Capriglione, que escreveu o epitáfio da Bláblárina, deve ser um dos dois ou três repórteres ainda na Fel-lha. O resto é colonista .

Paulo Henrique Amorim

 

Vovô Almeida, a irmãzinha da SECOM e o vice-presidente da Caixa
Postado por z carlos
Fonte: Contexto livre

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